terça-feira, 26 de julho de 2011

O amor não morre




O amor não morre.

Ele se cansa muitas vezes.

Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.

Não é preciso confundir fadiga com desamor.

O amor ama. Quem ama, ama sempre.

O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa?

O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro.

São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe!

Falta magia. Falta o inesperado.

O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer.

Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras.

Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos.

Não é possível uma vida sem amor.

Ou com amor adormecido.

Se você ama alguém, desperte o amor que dorme!

Vez ou outra, faça algo extraordinário.

Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...

Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida.

Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior.

Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!


- Letícia Thompson - (site: Somos todos um)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A vida
Para os erros há perdão;para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo...
Não deixe que a saudade sufoque,que a rotina acomode,que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino eacredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,fazendo que planejando,vivendo que esperando
Porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Os momentos difíceis

Existem momentos na vida em que tudo parece desmoronar. Basta que aconteça algo ruim pra que logo na seqüência venham outros acontecimentos funestos. Ora pequenos, ora grandes aborrecimentos, ora as duas coisas juntas, enfim...

Essa seqüência de acontecimentos funestos gera um estado de estresse, cansaço , apatia, desânimo, tristeza, fraqueza e não trás nada de bom. Como diria Chico Buarque: “Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu..”

Também não adianta muito pensar que “é assim mesmo”, ou “o que foi que eu fiz pra merecer tudo isso?”. Embora pareça contraditório, nessas horas não resolve muito questionar o problema. Ele está aí, diante de nossos olhos. Dormimos e acordamos e nos deparamos com essa imensa pedra em nosso caminho.

E por mais que olhemos para a tal pedra (muitas vezes acompanhada de inúmeras pedrinhas), ela não se move, não sairá do lugar enquanto não tomarmos uma decisão firme de tirá-la de nosso caminho, ou mudar de caminho.

Como eu sei que soa piegas repetir que “tudo isso passará” e que “amanhã será um novo dia”, vamos tentar uma solução prática, já que a maioria dos problemas não se resolvem sozinhos. Exigem soluções difíceis, onde somos chamados a escolher entre o ruim e o pior. E quantas vezes nossas escolhas não acarretam outros problemas?

Ao explodir uma pedra, ela se divide em vários fragmentos, ou seja, os problemas agora estão divididos em pequenos probleminhas. A saída nesse caso é tentar resolver um de cada vez.

Eu sei que isso demanda tempo, paciência, e muitas vezes nos custa noites de sono, suor e lágrimas. Mas não há outra opção. Problema só deixa de ser problema quando está definitivamente resolvido.

Antes de tudo é necessário que você tenha vontade de sair do marasmo. Já é meio caminho andado, fortalecer-se mentalmente, acalmar-se e acreditar que existe uma solução. Mas só acreditar não resolve. É importante buscá-la e aplicá-la com sabedoria para que o problema vá se resolvendo aos poucos.

Lembre-se: se a pedra está no seu caminho só cabe a você retirá-la. Você pode até contar com ajuda, mas a pedra é sua e o caminho é seu, portanto cabe a ti a responsabilidade.

Tenha calma que a sabedoria necessária há de aparecer.Tome as rédeas da sua vida nas mãos. Não permita que ninguém viva por você; da mesma forma seja independente de todos. Rompa os laços de dependência que o prendem às pessoas, procure não ser pesado na vida de ninguém da mesma forma que não deseja carregar pessoas “pesadas” junto de ti.

Se você não consegue se levantar sozinho, peça ajuda. Sempre haverá alguém pronto a te ajudar a encontrar a luz no final do túnel.

A ti cabe a iniciativa de procurar por essa ajuda. Esse já é o primeiro passo para levantar. Sair andando só vai depender de você.

Lembre-se que a partir do momento que começar a buscar ajuda, o universo se move pra te ajudar. Portanto vá em frente sem esmorecer.